Vou tentar a desistência
vou sentar aqui
ficar sem ir
e esperar por mim que vem atrás
os frutos caem
os carros correm
o poeta morre
o mundo marcha para sua manhã
e a sinfonia não pára
-sendo fatalidade, fico aqui-
se em tudo existe a própria máquina
pouco acrescenta ir ou não ir
gritam
pulam
ficam eufóricos
aaaaaaaaaaaaaaaanunca práticos
aaaaaaaaaaaaaaaatodos teóricos
abrem camisa arrancam gravata
dizem senões
perdem botões
e permanecem homens
. . . . . . . . . filhos da hora
aaaaaaaaairmãos do momento
eu vou parar
que venha a noite
se vier com luz
amém
se vier escura
aaaaaaaaaaaamém
se vier mulher
bem, muito bem.
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa26 poetas hoje

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