(este blog também é um parangolé)este é o projeto dum bando. pesquisamos palavras. e suas texturas mais rasas. o baque surdo & o baquestrondo. pesquisamos, enfim, sons e sons.
buscar a bárbarie da poesia. pensar a poesia em coletivo. desvincular do ato poético a arrogância inconteste do eu criador. oferecemo-nos como anfitriões antropofágicos, e tem início
* lá vem nossa comida pulando!*
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaazzzzzaaaazzzzzzzzaaao banquete.esse é um bando q pesquisa; e pira
[nós já sabemos qual nosso
corner na luta do milênio.
corner na luta do milênio.
este é um blog de arremessos; pire
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Todos os dias eu ouço sozinho os poemas das águas da Praça da Estação.
ResponderExcluirHoje eu vinha dentro do meu casulo de cansaço e tédio, mas fui despertado por uns gritos, depois um blues, tambores, depois ouvi Gullar eWally Salomão e ouvi um samba.
Reparei que tudo vinha de jovens, lindos, com seus piercings, seus cabelos diferentes e muitos sorrisos.
Eu que sou metido a poetar, me senti em casa mesmo sendo um quarto de século mais velho que todos.
Dentre todos, tão maravilhosos, uma jovem me despertou a atenção, numa hora ela lia poesias com brilho nos olhos, noutra tocava tambor ou cantava e dançava um samba. Tinha um piercing no nariz e passou por mim várias vezes nos intervalos, bailando e rindo do prazer que estava sentindo com aquele evento.
Procurei por ela, a presenteei com meu livro de poesias (que é o oposto da proposta do grupo) e fui viver minha vida, mas agora menos cansado, mais crente no jovem e com uma certeza: Pela primeira vez desde que foi escrito, o meu: “Menina da lua, uma presença, uma procura” estava em boas mãos.
Quero parabenizar ao grupo, com muita alegria, vocês são maravilhosos.
Laércio Pereira
laerciojose@gmail.com
OBA!
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