oi, hélio: salve.
esse negócio de não escrever com qualquer certa regularidade, acho que você sabe como funciona comigo — e, portanto, não há porque ficar explicando. tenho recebido tudo o que você me manda (cartas cartões revistas posters transações para publicar etc.), e tenho mandado dizer, por waly, por ivan, pela coluna, por aí tudo. a presença foi-se, você já sabe, mas eu queria dizer que já nesse segundo número (o que tem mário), as coisas todas funcionaram já parando e eu mesmo estava afastado: virou, lá dentro da rapaziada, uma coisa impossível, disputas, golpes de estado, porralouquices e aquele ripismo carreirista típico daqui hoje em dia: sua matéria saiu legal, embora eu mesmo ache bobagem (etc), a transcrição de suas recomendações para composição e recados. com meu negócio, então, nem se fala. o que saiu foi uma coisa absurda — eu acho — quando o problema que entreguei tinha sido bem diferente, o que, espero e transo, você vai ver direito, daqui a pouco, na NAVILOUCA.
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaTorquato Neto
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaÚltimos dias de paupéria
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